De maneira geral, o artesanato acaba sendo encarado como um hobby ou passatempo. Mas para aqueles que desejam se especializar e viver somente da comercialização de suas peças, o artesanato se torna um negócio. Um empreendimento que, como qualquer empresa, precisa passar por todas as etapas de planejamento, capacitação e inovação para que o projeto se torne viável e sustentável.
O trabalho de artesãos do Estado serão apresentados durante o XX Seminário Nacional de Parques Tecnológicos e Incubadoras de Empresas e do XVIII Workshop Anprotec, que acontece de 20 a 24 de setembro em Campo Grande. Dois dos mais importantes eventos de inovação e tecnologia do Brasil, resultado de parceria entre Sebrae com a Associação Nacional de Entidades Promotoras de Empreendimentos Inovadores (Anprotec).
A técnica do Sebrae e gestora do projeto de artesanato, Ana Carla Madrid, esclarece: "durante o evento, vamos ter uma loja para expor cerca de 200 peças de 30 grupos produtivos". De acordo com ela, o artesanato como forma de negócio não fica mais restrito a um modo de produção arcaico. "Muitas dessas pessoas possuem inovações tecnológicas envolvidas. Seja na mescla de materiais, seja num design, numa embalagem...".
Para Madrid, é de grande importância mais esse espaço de divulgação da produção sul-mato-grossense, mostrando maturidade e diversidade para um evento que recebe visitantes de todo o País. A opinião da técnica é apoiada pela de Neila Aparecida Lopes, coordenadora da Incubadora de Artesanato do Zé Pereira – a única do Estado a realizar esse tipo de trabalho.
Fonte: http://www.correiodoestado.com.br
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